A história que vou contar é real, e envolvem três pessoas: Eu, minha irmã, a Paula (Morena clara, cabelo grande, corpo perfeito, 19 anos) e nossa prima, a Kaliana (morena clara, cabelo chanel, corpo escultural, 19 anos). Meu nome é Anderson, tenho 1,80, 79Kg, cabelos castanhos, corpo legal e estou com 22 anos. A orgia mais deliciosa da minha vida aconteceu em final de janeiro de 2000. Estávamos em casa, e nossa prima, vinda de outra cidade, veio passar uns dias conosco, ela e sua mãe. No primeiro dia, nada de mais. Ela e minha irmã ficavam conversando o tempo todo, e quase não sobrava tempo pra gente conversar (eu e minha prima). No segundo dia, nada de anormal, mas no terceiro, entrei em casa e as duas como sempre conversando no quarto. Elas não me viram nem ouviram entrar, porque o som do quarto estava ligado, baixo, mas impedia que elas escutassem alguém chegar. De bisbilhoteiro mesmo, resolvi escutar de perto da porta, sem que elas me vissem. A surpresa: a primeira coisa que ouvi foi minha prima perguntar a minha irmã: \"E você já o viu pelado?\" Achei que estavam falando de qualquer cara, mas continuando a escutar a conversa, ouvi minha irmã dizer: \"Já, é normal pra gente estar nu um perto do outro, ele não liga, e eu tb não, nunca fizemos nada\". Comecei a sacar, estavam falando de mim, porque eu realmente ficava nu perto da minha irmã e ela perto de mim, e a única vez que tinha me passado algo pela cabeça em relação a minha irmã, foi um dia que estando pelada, ela se agachou, dobrando as coxas, de costas pra mim, pra pegar um brinco no chão do quarto. Confesso que me deu uma vontade de toca-la, mas eu sabia que ela não reagiria de forma amigável, iria achar estranho e poderia passar a me ver de outro jeito, como um tarado sexual. Na verdade eu era, mas querer que alguém de casa soubesse disso, definitivamente não estava nos meus planos. Querendo dar um susto nelas, resolvi entrar sem avisar, a porta estava só encostada, com uma frestinha bem pequena por onde eu ouvia a conversa. Quando entro, a surpresa: Minha prima estava só de calcinha e soutien, e minha irmã de toalha. Minha prima era linda e eu não sabia, corpo perfeito, bem delineado, curvas deliciosas, hum, fiquei doido. Mas foi um escândalo total, minha prima levou um susto mas ficou imóvel. Só minha irmã que começou a me xingar e me empurrou pra fora, trancando a porta. Depois desse dia, passei a olhar minha prima de um modo diferente. E como ela não é boba, logo percebeu e passamos a flertar com olhares. Minha irmã não dava desconto, sempre que tínhamos uma oportunidade de ficar juntos e começávamos a conversar, minha irmã logo chamava: \"Kaliana, vem cá ver uma coisa\". Isso estava me deixando com mais desejo, uma vontade doida de beijar aquela boca e me esfregar naquele corpinho perfeito. Até que no sábado, minha irmã saiu com um carinha e chamou a Kaliana pra ir com ela. Como minha prima se mancava, disse que não iria porque não queria ser vela de ninguém. As coisas começavam a estar a meu favor. Meus pais e minha tia sairiam pra ir à igreja, a um casamento de uns conhecidos, e como eles achavam que minha prima iria sair com minha irmã, nem se preocuparam em insistir pra ela ir também, nem ficaram com medo da priminha ficar sozinha com o priminho. Minha prima nada denunciou, mesmo sabendo que não iria com minha irmã. Ficamos eu, minha prima e minha irmã, sendo que minha mana esperava o carinha. Como eu tinha alugado um filme pra eu ver, minha prima havia dito que iria vê-lo comigo. Estávamos conversando os três, até que o tal carinha chegou. Lá se foi minha irmã. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Aquele tesão de garota sozinha em casa comigo. Começamos a conversar, sobre um monte de coisas, mas como eu sabia que meus pais iriam voltar em cerca de três horas, não perdi muito tempo. Eu estava de short e camisa polo, ela de saia e blusa, ambos descalços. Estava fazendo um friozinho. Sentei na poltrona mais perto dela e disse: \"Olha como meu pé está gelado\" colocando meu pé sobre o dela. Ela disse: \"Você não viu os meus!\" e colocou os dela sobre minha perna, na altura da canela, aproveitando-se pra sentir meus pelos da perna. Ela esfregou o pé e logo tirou. Eu disse: \"Tá um picolé\" e ela: \"Você não viu minhas mãos, olha\" e colocou as duas mãos no meu pescoço, como quem segura um gatinho pela carinha. E eu: \"Nossa, que perfume gostoso vc usa, qual é?\", e ela: \"Não é perfume, é cheiro de banho tomado\" e eu: \"Suas mãos não estão tão frias assim\" e ela: \"Que isso... você não tá sentindo? Olha!\" e nessa hora, colocou a mão na minha coxa e apertou. Meu pau já estava enorme. Não resisti e toquei seu rosto com as pontas dos dedos e disse pra ela que ela era uma gracinha. Nos olhamos nos olhos e não agüentei, dei um beijo tão quente e molhado naquela boca, que quase me faltou ar. A sua língua era de veludo, e o gosto do seu beijo era um tesão. Quanto mais nos beijávamos, mais perto ficávamos. Ela não agüentou e colocou a mão por dentro da minha blusa, apertou meu peito forte e eu coloquei a minha mão entre suas coxas, sem tocar na boceta, apertava bem perto da virilha. Até que eu disse: \"Você é um tesão\" e esse foi o sinal que ela estava esperando. Desceu a mão do meu peito e foi logo enfiando por dentro do meu short, e as mãos macias daquela garota começaram a apertar meu pau. Tirei a camisa e ela começou a lamber meu peito, minha barriga, sempre me masturbando, até que levantei e tirei toda minha roupa. Ela sentada na poltrona e eu em pé, acabando de tirar a roupa, quando de repente, ela abocanha meu pinto com volúpia, e mamou tão gostoso que eu quase gozei em sua boca, mas pouco antes, ela parou e tirou a blusa e a saia. Estava ela de novo, de calcinha e soutien. Ela me empurrou pro chão e se jogou em cima de mim. Esfregava a boceta por cima da calcinha no meu pau enquanto chupava minha língua. Se contorcia como uma égua no cio. Tirei seu soutien e aqueles peitinhos durinhos saltaram pra fora. Abocanhei e chupei cada um, como se fossem pêssegos maduros. Os bicos eram pontudos e muito duros. Sem agüentar por muito tempo, ela arredou de lado a calcinha e sentou com toda força no meu pau, que deslizou pra dentro daquela buceta de uma vez, tão molhada que ela estava e meu pau todo melado anunciando um gozo que seria um dos melhores. Ela me xingava de tarado, cachorro, dizia: \"Come sua priminha vai, mete nessa sua bucetinha molhada, me fode, me estupra, me rasga toda, machuca meu grelinho de tanto meter vai... meu priminho tesudo\" Eu estava morrendo de vontade de gozar, mas a visão daquela garota fazendo meu pau desaparecer dentro dela, me cavalgando, era perfeita demais pra durar tão pouco. Até que ela anunciou: \"Vou gozar no seu pinto, vou melar ele todinho, vou derramar meu mel nassa sua pica tesuda seu cavalo\" e ela me lambuzou todo. Me levantei, ainda com o pau quase explodindo, e peguei aquela gatinha no colo e levei pro quarto da minha irmã. Deitei-a na cama e comecei a chupar sua boceta, esfregando meu pinto na cama. Em cerca de 30 segundos, ela me disse: \"quero te chupar também, meu gato\" e num instante, botei meu pau na boca dela e continuei a chupar aquela buceta, num 69 alucinante. Eu queria gozar na sua boca, mas queria mais ainda era dar prazer àquela gatinha no cio, por isso, continuei segurando. Depois de perceber que ela estava explodindo de tesão pela xana, me virei e na posição papai e mamãe, arreganhei suas coxas deliciosas e meti fundo. Minha boca estava com gosto de buceta e a dela com gosto de pau. Dei um beijo todo melado nela enquanto nos contorcíamos feito dois tarados por sexo. Ela me xingava, eu a chamava de cavala, ela me chamava de cachorro pintudo. Eu dizia: \"Quero meter com você a noite inteira, o tempo todo, sem parar, quero estuprar essa sua bucetinha de mel, arrombar essa vagina melada que você tem\" e ela: \"Vem vai, me come, me fode seu cavalo, me estupra logo vai, me rasga toda, não sai de dentro dela mais não vai, mete no meu buraquinho seu puto tesudo\" e eu estava sendo um verdadeiro puto mesmo. Ela apertava minha bunda com uma mão e com a outra apertava os seios. Eu beijava sua boca e tentava lamber os bicos, mas também apertava sua bundinha redondinha e gostosa. Nossa virilha era uma melação completa, estávamos molhados até a barriga e os pelinhos dourados da barriguinha dela molhados de sexo eram um convite a um gozo delicioso. Até que coloquei-a de quatro e a foda continuava. Eu via aquela bunda tesuda engolindo meu pau (mas metendo na buceta) e não agüentei mais, disse: \"Vou esporrar em você\" e num instante, ela se virou, abocanhou meu pinto com vontade e meteu todos os dedos da mão na boceta, me avisando que ia gozar comigo. Fiquei louco e me posicionei de forma a lamber a boceta dela também; não podia deixar aquela gata gozar sozinha, seria desperdício demais se eu não engolisse cada gota de seu mel. Ela lambia meu pinto e eu a sua boceta, a porra quase saindo, o mel quase explodindo na minha cara, quando de repente, minha irmã entra no quarto e diz: \"Anderson! Kaliana! O que é isso???\" Estávamos tão loucos que não demos a menor atenção, estávamos prontos pra gozar, quando minha irmã vendo que estávamos tão alucinados, disse: \"Ah não, eu também quero...\"

